Caso encontre aqui alguma foto ou frase de autoria sua, comunique-nos.
Instituto Zhoé é uma instituição voltada para desenvolvimento pessoal e reconexão com a natureza.
sexta-feira, 29 de março de 2030
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
POR QUE EU SAI DO INSTAGRAM?
Uma das lembranças mais vivas que
eu tenho da minha infância sou eu brincando no imenso quintal da minha tia-avó.
O cheiro de terra preta no meu baldinho, eu voltando toda coçando pra casa por
ter rolado na grama por horas. A árvore na frente da loja dos meus avós (que
infelizmente foi assassinada há uns anos), onde eu pegava cigarras e as sentia
andar pela minha mão e depois as soltava. Já na adolescência, eu lia muito.
Parece que por mais que
trabalhemos, a sensação é de não ter feito nada e quando de fato não fazemos
nada nos sentimos extremamente desconfortáveis. No Budismo, isso se chama
preguiça ativa: quando nos mantemos constantemente ocupados, mas com coisas que
não são essenciais para a plenitude da vida.
Agora, na fase adulta, sem dúvida alguma, o momento em que me senti mais plena e mais verdadeiramente conectada
foi justamente quando eu não estava fazendo “nada”. Foi em um dos sete retiros Vipassanas
que fiz. A natureza, o silêncio. O universo e eu em sincronia. Senti gratidão
apenas por estar viva, algo MUITTOOOO especial para uma melancólica. E não acho
que isso seja possível estando online o dia todo, ou na cidade, com tanto barulho, tanto aparelho
ligado em cada par de mãos e sem fones, a preguiça ativa imperando...
Como eu mencionei que na adolescência eu lia muito, um dos livros que foi mega importante para mim (sempre vou ser grata àquele bibliotecário) foi Admirável Mundo Novo. Me identifiquei com John e com Bernard Marx, os outsiders... Os que iam contra a maré, os que não achavam normal o que era tido como normal, os que se percebiam infelizes ou revoltados e, sobretudo, o que era ligado à natureza e não à sociedade tecnocrata. E não à toa, os que eram protagonistas! Porque eram únicos!
Mas, o que quero dizer é que eu sempre preferi a natureza, a profundidade, a introspecção, a comunicação olho no olho. Tentei ao máximo fugir do Grande Irmão e todo rastreamento eletrônico.
Eu não tive Orkut, mas acabei tendo uns quatro perfis no facebook... na fase mais conturbada da minha vida. Demorei a ter instagram e depois me vi quase viciada nele, e extremamente triste me sentindo uma bosta porque poucas pessoas viam ou comentavam o que eu postava (profissionalmente). Depois eu vi que era o algoritmo que não entregava (seguidoras assíduas minhas vinham se queixar que não recebiam o conteúdo porque a plataforma não entregava). E isso é muito, mas muito mesmo, cansativo. Esgota.
Fora gravação de vídeo toda hora, criação de post, produzir, editar,
postar... Tudo isso leva mais de uma hora para fazer, acredite! Dá MUITO trabalho! E eu detesto! Não gravar vídeo, mas esse tempo todo aí, fazendo tudo!
Tendo que aprender, tendo que testar, tendo que ficar na frente de uma máquina o tempo inteiro! Produzir o tempo inteiro. Para tentar convencer você de que eu valho a pena, que meu serviço é bom, que
meu produto presta e te ajuda... Isso
mata a gente por dentro!
Eu não vou ficar fazendo dancinha para atrair atenção. Ou ser uma pessoa que eu não sou para viralizar! Como Bernand Marx... prefiro ser eu mesma e não qualquer outro, por mais alegre que seja.
Então dei um tempo de instagram e de mídias sociais. 1) Para usar melhor meu tempo. 2) Para me conectar mais comigo mesma. 3) Para não sofrer de ansiedade, frustração ou depressão 4) Para não me comparar e nem me sentir oprimida pela obrigação de produzir algo fantástico todo santo dia. 5) Para ler mais, escrever mais e plantar mais. Coisas que amo fazer. 6) Para me irritar menos. 7) E porque não quero me relacionar com você para te ver como um mero produto.
E se eu falo de vida, de natureza, de bem estar e de rebeldia e ampliação de consciência, como posso querer que as pessoas fiquem ali presas na ferramenta? Justamente o que me angustia é o que a ferramenta quer: você ficar ali. Se isso me angustia, por que eu estou proporcionando isso para quem me segue?
Fora que, gente, cansei de atender pessoas que estavam super mal e nas redes sociais aparentavam ter a melhor vida! E cansei também de eu mesma ficar me comparando, no caso profissionalmente, com quem estava produzindo um monte de coisa que eu queria estar fazendo. E ao invés disso, estava ali, consumindo apenas.
Depois de um mês sem instagram eu assisti ao documentário Dilema Social, que me fez querer ficar ainda mais offline. Se você quiser ver, está na netflix.(Mas não quero que você se vicie em netflix, hein?!).
É uma pressão insana por produção! Apesar de ter gasto muito dinheiro com cursos de marketing digital, I quit! Pelo menos por ora. Além disso, é informação demais. Daí muita gente tonta está se achando inteligente apenas porque é esponja de conhecimento e fica repetindo blábláblá sem introjetar e sem aplicar na vida! Eu quero te passar mais que informação, quero compartilhar o que sei, o que vivo, o que acredito e o que sinto que fará bem a mim, a você a ao mundo.
Então, resolvi viver o que prego. E eu andava tão triste e amarga por não estar vivendo o que eu acredito, vivendo na, com e pela natureza. Protegendo-a e me curando nela. Cuidando da minha alimentação, da minha prática espiritual e magistística... Daí estou me mudando de casa, vou tentar implantar uma agrofloresta pocket e ficar sem internet maior parte do tempo. Vou ficar escrevendo por aqui, compartilhando todo o processo e quem sabe alguém aí se beneficia do que tenho a compartilhar?
A rapidez é uma das coisas que
está consumindo o planeta. E eu SEMPRE amei escrever! Então, se você é lowprofile, gosta de ler e de temas relacionados a alimentação natural, vegetarianismo, natureza, desenvolvimento pessoal, ampliação de consciência, engajamento social, aqui é nosso lugar!
Em vez de um Admirável Mundo Novo,
que tal a gente viver em Pala, a ilha que o próprio Huxley descreveu como uma
incrível sociedade, mais conectada à sabedoria, à natureza, à saúde física,
mental, espiritual, social e política? Vou começar a fazer meu passinho de
formiguinha. Você vem comigo?
Quem quiser me acompanhar e
construir junto, chega aqui. Não prometo
ser todo dia, vamos ver o que o dia quer de mim e o que eu quero do dia, tá?
Obrigada por ter lido até aqui. Sei que foi extenso. hehe
Nos vemos em breve!
PS: Se quiser, me deixa um comentário. Vai ser bom saber o que você sente e o que pensou ao meu ler.
Autoria das imagens:
1: Allan Mas/Pexels
2: Desconheço a autoria/Pixabay
3: Júnior Teixeira/Pexels
4: Fauxels/ Pexels
sábado, 1 de maio de 2021
Revista eletrônica gratuita
Urrul!!!
Eu sempre brinquei de jornalista e sempre quis um jornal para chamar de meu. Agora concretizei esse desejo. Mas ele não precisa ser meu, pode ser nosso.
Se você quer ficar por dentro dos nossos resumos mensais e receber receitas terapêuticas, informações sobre energia das plantas, ecologia profunda, receitas de alimentação natural, consciente e ecológica, acompanhe aqui nossas edições.
Mas pode também enviar seu pedido pro institutozhoe@gmail.com para poder baixar e se comunicar conosco, mandando sugestões e opiniões sobre cada edição.
Acesso à primeira edição:
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Links
https://oinstitutozhoe.blogspot.com/p/cursos-online.html
Produtos fitoenergéticos:
Sal de banho:
Muita gente acha que para se limpar energeticamente basta tomar banho de sal grosso. Mas ele tira as energias densas e as positivas também.
O sal fitoenergético já vem equilibrado. O sal limpa tudo e as ervas reconstituem o campo áurico.
Ajuda muito a relaxar, a se revitalizar, se equilibrar e se proteger energeticamente.
Sempre que estou me sentindo pesada e desanimada, quando uso me sinto aliviada e re-energizada. É prático e rápido. Dá para usar no chuveiro, na banheira ou como escalda pés. Ideal para quem quer se cuidar, mas não tem tempo.
Para adquirir o seu e mais informações chama lá: (62) 9-9861-0110
FILTRO DE AMBIENTES
https://www.youtube.com/channel/UCDG6ZmmijWn8yLXCIBAXFWA
Agendamentos de consultas e vivências: https://api.whatsapp.com/send?phone=5562998610110&text=Ol%C3%A1!%20Gostaria%20de%20marcar%20uma%20consulta.
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
Como lidar com a raiva
Raiva é um sentimento que, como qualquer outro, nos traz aprendizados únicos.
Raiva é potência, é poderosa. É necessária para nos proteger, para cortar o que deve ser cortado, para proteger o que deve ser protegido. Inclusive, é uma fase importante do luto, para que ele seja superado.
Massssss, o fogo, que transmuta, que aquece, que alimenta, que mantém vida, pode virar um puta de um incêndio.
Então, para não reprimir a raiva, para acolhê-la, e não se deixar ser consumida por ela e gerar estragos maiores, resolvi dar dicas de coisas que eu faço pra lidar com isso.
Evita somatizações (e cadeia hahaha). Evita precipitações, evita implosões em você mesma. Porque agir com raiva é agir sem clareza, mas não direcioná-la e reprimi-la dá muittoooo B.O também.
Se tiver alguém MUITO de confiança (e de preferência que a pessoa seja sensata), desabafe... Ouvir perspectivas alheias pode ajudar também, além do acolhimento que é sempre quentinho, né? Mas lembre-se que amigos não são terapeutas e nem sempre têm uma escuta qualificada.
Dica 7) Terapias.
TFT, EFT, reiki, psicoterapias, fitoenergética, florais, técnicas de comunicação não-violenta e comunicação assertiva podem e devem ser sempre ferramentas e exercícios pra gente recorrer em qualquer momento. Ir aprendendo e ir praticando. E quando o bicho pega, ir aliviando.
IMPORTANTE: Basta uma pequena pitada das ervas citadas. Vale flor, semente, folha, etc. Podem ser frescas ou desidratadas. Não altere a fórmula. Não substitua nenhuma erva, não subtraia nenhuma e não acrescente nenhuma.
O chá não pode ser fervido. Não pode alterar a fórmula que foi passada. Forme um composto com todas as ervas. Ative-o com verde e prata (imagine que há uma luz verde saindo do seu coração e uma luz prata saindo da testa, entre as sobrancelhas e elas pulsam ALTERNADAMENTE) . A cada chá, use uma pitada do composto ativado, ative o chá novamente com verde e prata. Coe. Tome. Descarte as ervas (em um jardim, de preferência) agradecendo pela ajuda. A cada novo chá, use uma nova pitada do composto. Siga a posologia à risca.
Identifique a causa... situação que gera raiva.
Concentre-se no que está sentindo e dê uma nota de 0 a 10 pra quanto isso tá te incomodando.
Com esse sentimento de raiva em mente, dê tapinhas nos seguintes pontos do corpo nessa sequência:
*Lateral da mão (faca da mão)
*Cantinho superior da unha do dedo mindinho
*2 dedos abaixo e 2 pro lado da clavicula
*Enquanto bate no tendão entre mindinho e anelar (costas da mão) faça 6 movimentos com olhos sem mexer a cabeça (feche, abra, olha pro canto inferior direito, canto inferior esquerdo, gira prum lado, gira pro outro), cantarole, conte até 5, cantarole.
*Cantinho superior da unha do mindinho
*2 dedos abaixo e pro lado da clavícula
Quantifique novamente a intensidade do sentimento. E repita até zerar.
Espero ter ajudado. Boa prática.
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
área VIP
Ele requer poucos cuidados, mas precisa de atenção:
- Mantenha a tampa fechada. Assim o ecossistema se mantém em ciclo fechado e dura mais tempo.
- Dê amor a ele todos os dias. Como toda vida, ele precisa de atenção. Observe como está. Segure-o entre as mãos e mentalize luz de amor saindo do teu coração e chegando até ele. Sinta que ele retribui.
- Lembre-se que é uma vida, então, se estiver usando o colar vivo, coloque-o e retire-o com cuidado. Use isso como forma de meditação e atenção para seu aqui-e-agora. Observe como você está no momento ao coloca-lo e ao tirá-lo.
- Observe como ele está. Se a terra não estiver parcialmente colada no vidro, ou as folhas estiverem fechadas, com aparência de seca, ou ele nunca mais estiver chovendo, abra e pingue algumas gotas deixando-a escorrer pela parede do vidro. Pode ser usando uma bisnaguinha de água ou colher. Mas use com parcimônia. Menos água é melhor que água demais. Caso seja um colar vivo, use um conta-gotas e pingue de 1 a 2 gotinhas, no máximo.
- Conheça as necessidades do seu jardim!
- Rolhas de cortiça deixam a água escapar mais facilmente, então, talvez a rega seja necessária em prazos mais curtos de tempo.
- Viaje pelo teu jardim. Se imagine lá dentro. Abra-o de vez em quando e sinta o cheiro de floresta. Conecte-se com a natureza e sinta que você também é natureza.
- Se as folhas estiverem amareladas ou marrons e com cheiro ruim é sinal de fermentação e morte do jardim (não o cheire nesses casos).
- Embora terrários tenham longa vida e tenham sido criados com fins científicos para aumentar a conservação do espécime botânico- e há relatos de terrários que existem desde 1960 até hoje- ele está vivo, e como tudo que é vivo, um dia morre. Quando isso ocorrer, agradeça por ele ter partilhado da beleza dele com você até esse dia.
sábado, 8 de setembro de 2018
Como impedir uma gota d'água de secar?
Pode ser que as duas caminhem juntas. Porém, espiritualidade e religião nem de longe são a mesma coisa. Religiões são rótulos da garrafa, são sectárias e, na maioria das vezes, dogmáticas e anti argumentativas. Espiritualidade é o líquido.
Espiritualidade é o re-ligare, é o contato direto com a Fonte. É a reconexão com você mesmo. Religião, por podar e punir, muitas vezes te afasta daquilo que se é e interrompe o fluxo. A vida, o amor, a Fonte, só funcionam no fluxo. Para ter fluxo é preciso liberdade. É preciso entrega.
E é preciso conhecimento e sabedoria.
E é necessária a experiência.
Espiritualidade é a experiência direta. Religião é a teoria. E muitas vezes, de palavras mortas, sem seiva e, paradoxalmente, nos afastam daquilo que ela propõe o encontro.
Na espiritualidade você busca ser mestre de si mesmo (mesmo havendo professores, que são importante sim, pois mostram um caminho. Caminho esse que eles percorreram na prática. O caminho que você está traçando para si mesmo. Mas os passos são única e exclusivamente seus. Os professores facilitam os passos e nos ajudam a entendê-los, mas ainda assim, precisamos testá-los). Na religião, você depende de mediador e geralmente continua dependendo. E assim, fica preso ao dedo que aponta, em vez de ver a lua. Preso a um dedo que só apontou e não conheceu a lua de verdade.
Espiritualidade é como o mar, une tudo. Religião é o aquário.
Espiritualidade é a volta pra casa. É sair do aquário e voltar pro mar, do qual somos apenas uma onda.
Às vezes lago, outras, cachoeira.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
ALGUNS TERAPEUTAS DA FITOENERGÉTICA PELO BRASIL
domingo, 25 de fevereiro de 2018
O Poder Dos Jardins
E se você quiser sentir a mesma alegria que eu, e ter o mesmo prazer que eu tenho, você tem duas opções:
*Fazer o curso online da linda Letícia Momesso por esse link:
http://edzz.la/MB3MG?a=38056404
*E ficar ligada nos cursos que vamos oferecer presencialmente.
Acordemos!
(Editado em 25.02.2018)
"É preciso amar ‘adeus’ sobre todas as coisas”
(Priscila Reis, 25.02.2018)
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Tarô da Fitoenergética
Explicação no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=7qqeOjmrATU&list=UUDG6ZmmijWn8yLXCIBAXFWA&index=29
Tiragem astrológica, com mandala de 12 cartas, uma para cada setor de sua vida: https://www.youtube.com/watch?v=pbIIFxAcysg&list=UUDG6ZmmijWn8yLXCIBAXFWA&index=16
Facebook: https://www.facebook.com/institutozhoe/videos/2443094392581621/?hc_ref=ARSOHn-egw4zxu7-9C9hU2PorNfdjDZccDLY1bfrVK3xoWX5Me5Bjg-t-jHg6kHW1oY&pnref=story
Explicando os benefícios no Instagram: https://www.instagram.com/p/B9Z3lj0JoOz/
Como fazer desodorante natural
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Forte é quem enfrenta suas "fraquezas": Reflexões sobre machismo e alijamento emocional.
A força, meus caros, está na
semente, que é tão pequena e aparentemente tão frágil, mas gera troncos e raízes.
Alcançam os céus e as profundezas da terra. Está no céu, tão etéreo, colorido,
com fofas nuvens, mas que despenca com raios e trovões. Está no corpo que gera
um outro ser. Está em acolher o outro, sabendo que não se diminui ao fazê-lo. E,
sobretudo, está no poder de mergulhar em si mesmo, nas mais profundas feridas e
sombras assustadoras! Está em encarar nossos fantasmas. E abraça-los. E
assumi-los, para transcendê-los.
Quem não mergulha em si, não
aprende a nadar. E o corpo se afoga em doenças somatizadas. Como vão os ossos?
As articulações? O coração?! Tudo bem
com os nervos e músculos? O corpo chora o que a boca não fala, o que os olhos não
derramam.












